Naquele momento ele estava olhando, apenas observando enquanto a grande massa deles vinha em sua direção, teve certeza de que não sobreviveria àquele número, mas devia tentar, talvez escapasse com vida, ao menos era o que ele esperava. Ainda tinha uma granada e poderia fazer um coquetel molotov com aquela velha garrafa de whiskye 12 anos que tinha encontrado, numa loja de conveniências, no caminho até o alto daquele morro. Respirou bem fundo, inspirando apenas o cheiro de carne podre que exalava das pessoas que um dia tiveram vidas normais, porém, sem motivos explicados, estavam agora numa onda de canibalismo irracional.
Não poderia se deixar abalar pela vantagem numérica, desde o inicio eles eram em maior número mesmo. Abriu a garrafa do 12 anos, deu uma ultima golada na garrafa; pensou: “Era um ótimo exemplar...pena que não vou poder tomar até o fim...” usou um pedaço da sua jaqueta e posicionando bem na boca quebrada da garrafa colocou uma rolha de forma que 30% do pano ficasse para fora da garrafa. Usou o isqueiro para acender um cigarro e o pano do coquetel. Não era acostumado a fumar, mas depois de tudo o que viu, ele realmente precisava de algo para desestressar e não tinham muitas mulheres com quem ele pudesse ter relações.
Jogou o coquetel numa das várias direções as quais os zumbis vinham, sabia que aquilo não os mataria, mas os atrasaria. Tirou o pino da granada e escutou o barulho de garrafa quebrando e o fogo se espalhando ao mesmo tempo em que todos aqueles seres estavam gritando, não por dor; mas por fome e porque o calor das chamas os atrapalhava a caçar o ser humano mais próximo deles. Jogou a granada a uma curta distância, suficiente para não se ferir com a explosão, esperou por 2 segundos e começou a correr ouviu um forte estrondo à sua frente e uma massa de vento muito forte segurou seu progresso, logo após a explosão ele conseguira correr, jogar aquilo havia sido a melhor idéia que ele havia tido naquela noite, a explosão afastara a maioria dos zumbis dando espaço para uma corrida rápida em direção da cidade, e foi o que ele fez, ele correu.
Após descer o morro, a primeira coisa que ele ouviu foi uma canção leve e ritmada, era uma canção de natal, se lembrou que era natal, lembrou também que a cidade tinha um sistema automático de músicas que era programado no inicio do mês, então não havia ninguém na mesa de som da cidade senão essa pessoa estaria enviando sinais de socorro e coisas do gênero e não musicas de natal e ele sabia que se houvessem mais pessoas vivas todas estariam na delegacia e não na prefeitura.
Passou a correr mais rápido quando percebeu que o molotov não tinha funcionado tão bem assim, já que alguns deles já estavam na sua cola, muito mais perto do que ele gostaria, a delegacia também estava próxima deu dois tiros com a sua espingarda para traz. Ele não podia levar os zumbis para a área de proteção então virou em uma rua que dava acesso ao posto de gasolina. Já sabia que os zumbis não conseguiam caçar com o fogo à sua volta.
Para a sua sorte, tinha um caminhão de gasolina no posto, se tivesse mais sorte ainda, poderia ter gasolina no caminhão suficiente para confundir os zumbis por umas 2 horas. Ao abrir a válvula sentiu que o papai Noel havia lhe dado um presente, havia gasolina no caminhão ele observou o liquido inflamável se espalhar pelo chão derrubando algumas das criaturas. Com a gasolina ainda saindo do tanque ele deu uma tragada no seu cigarro, a primeira desde que o acendeu, e o jogou na gasolina iniciando um incêndio.
Após o fogo começar a se espalhar pelos zumbis ele entrou em uma esquina dando de cara com a delegacia. Correu gritando: “Eu sou humano! Eu sou humano! Não atirem, por favor!”. Não ouviu uma resposta, mas também não houveram tiros, então o pior poderia ter acontecido...na verdade, o pior tinha acontecido, tinham pegado a delegacia, lá dentro havia apenas sangue e zumbis, algumas armas, mas a maioria sem munição. Ele agora tinha que encontrar algum meio de fugir e se dirigiu para a garagem.
Encontrou um carro de policia inteiro, entrou nele e rumou em direção à próxima cidade, avisou pelo rádio que sua cidade havia caído e rumou para a próxima cidade quando lhe responderam dando as coordenadas. Ele nunca tinha gostado de natal, mas apesar de todas as mortes ele estava feliz com a liberdade de usar qualquer arma que encontrar, já que era uma guerra.
Um blog para contar histórias e escrever sobre a minha, nada interessante, vida...aproveitem
domingo, 27 de dezembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Novo Blog
A inspiração me veio de uma forma bem interessante...resolvi "criar" uma nova forma de escrever uma história. Alguém provavelmente ja fez isso em algum lugar e isso torna a minha idéia nada original...anyways, criei um blog novo no qual irei escrever uma história em forma de diário, a história envolve um cara que foi parar numa realidade alternativa(ou não) e tem que aprender a viver nesse novo mundo =]
Seque o link: http://areaescura.blogspot.com/
Seque o link: http://areaescura.blogspot.com/
Inércia estúpida
Eu nunca tinha acreditado ou entendido esse negócio de inferno astral e nem tinha começado a acreditar nessas coisas, até viver o pior de todos até hoje. Não chegou a acontecer nada de muito grave, só que pessoas que não me entendem desde os 15 anos e provavelmente nunca vão vir a me entender (pelo menos não com os meios que tentam se aproximar de mim). Hoje me proibiram de ver pessoas que me fazem bem, pelo simples fato de não me conhecerem e nem de tentar me ouvir. Dizem que eu não posso fazer isso ou aquilo por não ter motivos para fazê-lo, mas eu conheço muito bem os meus motivos e sei das minhas necessidades e das conseqüências do que eu faço e do que eu deixo de fazer e se eu REALMENTE não tivesse motivos para fazê-lo eu não faria. Só queria que eles vissem isso aqui, porque olhando nos olhos eu não consigo dizer nem metade disso tudo =]
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Conto nº4 "Sweet cold lips"
O vento gélido daquele fim de tarde fazia seu corpo estremecer, mas por dentro ele se sentia seguro, sabia o que deveria ser feito e como ele faria, já estava acostumado a fazer isso e tinha o melhor dos parceiros para lhe dar suporte. Estavam prontos, finalmente iriam invadir o covil das vampiras, finalmente acabariam com o sofrimento daquele povo que havia clamado pela ajuda dos dois.
Foram 2 longos meses de espreita e observação, os dois caçadores sabiam que elas estavam lá, elas também sabiam que eles investigavam sobre elas, e isso os fazia querer desistir, mas se tivessem desistido todas as vezes que pensaram em fazê-lo não estariam a tanto tempo nesse ramo, não teriam eliminados tantas criaturas da noite assim.
Quando chegaram à porta do covil seu parceiro Jaystie olhou a porta e disse: “Eu to com um mau pressentimento quanto a esse serviço... tem certeza que quer continuar?”. Ele suspirou profundamente, ainda fitando a porta e respondeu: ”Eu também estou com um mau pressentimento, mas nos já confirmamos o serviço... eles até já nos pagaram tudo... e já que melhoramos o nosso arsenal exatamente pra esse serviço, acho que não rola de devolver o dinheiro. Vamos logo acabar com isso e seja o que Deus quiser”. Terminou de dizer levando uma mão ao seu velho crucifixo e a outra empunhando sua Glock alterada com balas de Napalm.
Jaystie chutou a porta fazendo-a tombar levantando uma pequena nuvem de poeira. “Acho que elas não usam muito essas portas... provavelmente saem voando pelas janelas”, disse Jaystie ligando sua lanterna e desembainhando sua espada. Apontando sua Glock para a escuridão á sua frente ele respondeu: “Claro que não, elas são do tipo que não voam... as que voam são as Sucubus... eu acho. Anyways, agente entrou pela porta dos fun...”. Foram interrompidos por um gemido feminino vindo do outro lado do cômodo. Apontaram suas lanternas, viram apenas um vulto passando rápido perto das paredes deixando um corpo inerte para trás, era uma jovem bonita, porém morta, reconheceram como a filha do prefeito que tinha implorado-os a adiantar a data do serviço pelo fato dela ter sido seqüestrada. Correram até o corpo apenas para encontrar o óbvio um cadáver sem sangue algum no corpo. Investigaram mais de perto para ter certeza de que ela não havia sido possuída e transformada, abraçada como diziam todos os vampiros por ai.
A mulher estava completamente seca, porém havia resquícios de sangue em seus lábios, não tinham como ter certeza, resolveram garantir que nada de pior acontecesse ao corpo da jovem e conseqüentemente à cidade. Jaystie decapitou-a com um único golpe fazendo sua cabeça rolar até o outro lado da sala, o corpo da jovem tornou-se cinzas que encheram a sala com um cheiro pútrido de carne podre sendo torrada. Os dois nem sequer piscaram, já estavam acostumado a esse cheiro. “Essa ai não tinha mais muito tempo mesmo...” disse Jaystie. “Vamos continuar, e acho que talvez devamos nos separar...” disse o caçador. “Porque mesmo?” dessa vez era Jaystie, “Tem dois caminhos... e nós dois conseguimos cruzar isso tudo de forma mais rápida desse modo” sorriu olhando diretamente para Jaystie.
Cada um seguiu por um dos corredores que estavam à sua frente, Jaystie foi pela direita enquanto ele seguia o outro caminho. Havia uma porta no final do corredor, uma luz saia de dentro dela, usou a mão que segurava a lanterna para alcançar a maçaneta. Ouviu uma voz aguda vinda de trás da porta, ela gemia levemente, ao se aproximar ele reconheceu as duas que lá estavam. Era a rainha das vampiras com uma mulher em seus braços, a rainha estava mordendo o pescoço dela, mas assim que ele entrou as duas o olharam.
Para a surpresa e desgraça dele era sua esposa quem estava sendo mordida, não gostando nada da idéia abriu fogo imediatamente contra a rainha, mesmo sabendo que não teria a menor chance de derrotá-la. Ao mesmo tempo Mya, sua esposa, se aproximara dele por trás, desarmando com um movimento rápido e forte. Aproximou seus gélidos lábios aos dele, fazendo-o entrar em êxtase extremo, beijou-o tentando sugar seu sangue, felizmente para ele seu piercing labial, o qual Mya insistira por tanto tempo para que ele usasse, ficou preso nos caninos da vampira e foi arrancado com um movimento só fazendo- o despertar e reagir imediatamente disparando contra Mya. A bala flamejante acertou no ombro de Mya fazendo com que ela recuasse para perto da rainha.
As duas vampiras fugiram pela janela, quando o caçador resolvera ir atrás Jaystie adentrou pela porta segurando seu nunchaku, “ARNOLDY! VAMOS SAIR DAQUI, É CILADA MANO! ELAS TÃO TUDO VAZANDO DAQUI E COLOCARAM O CASTELO PRA RUIR”. Com um rápido movimento o caçador cruzou a porta junto de seu parceiro com o castelo ruindo por trás dos dois.
Do lado de fora do castelo ambos olharam para as ruínas e ficaram em silêncio, Jaystie também havia reconhecido Mya, mas não teve coragem de dizer sequer uma palavra. Os dois caçadores falharam nessa missão, mas falharam com a certeza de que ainda as encontrariam e terminariam o que começaram naquela noite.
Foram 2 longos meses de espreita e observação, os dois caçadores sabiam que elas estavam lá, elas também sabiam que eles investigavam sobre elas, e isso os fazia querer desistir, mas se tivessem desistido todas as vezes que pensaram em fazê-lo não estariam a tanto tempo nesse ramo, não teriam eliminados tantas criaturas da noite assim.
Quando chegaram à porta do covil seu parceiro Jaystie olhou a porta e disse: “Eu to com um mau pressentimento quanto a esse serviço... tem certeza que quer continuar?”. Ele suspirou profundamente, ainda fitando a porta e respondeu: ”Eu também estou com um mau pressentimento, mas nos já confirmamos o serviço... eles até já nos pagaram tudo... e já que melhoramos o nosso arsenal exatamente pra esse serviço, acho que não rola de devolver o dinheiro. Vamos logo acabar com isso e seja o que Deus quiser”. Terminou de dizer levando uma mão ao seu velho crucifixo e a outra empunhando sua Glock alterada com balas de Napalm.
Jaystie chutou a porta fazendo-a tombar levantando uma pequena nuvem de poeira. “Acho que elas não usam muito essas portas... provavelmente saem voando pelas janelas”, disse Jaystie ligando sua lanterna e desembainhando sua espada. Apontando sua Glock para a escuridão á sua frente ele respondeu: “Claro que não, elas são do tipo que não voam... as que voam são as Sucubus... eu acho. Anyways, agente entrou pela porta dos fun...”. Foram interrompidos por um gemido feminino vindo do outro lado do cômodo. Apontaram suas lanternas, viram apenas um vulto passando rápido perto das paredes deixando um corpo inerte para trás, era uma jovem bonita, porém morta, reconheceram como a filha do prefeito que tinha implorado-os a adiantar a data do serviço pelo fato dela ter sido seqüestrada. Correram até o corpo apenas para encontrar o óbvio um cadáver sem sangue algum no corpo. Investigaram mais de perto para ter certeza de que ela não havia sido possuída e transformada, abraçada como diziam todos os vampiros por ai.
A mulher estava completamente seca, porém havia resquícios de sangue em seus lábios, não tinham como ter certeza, resolveram garantir que nada de pior acontecesse ao corpo da jovem e conseqüentemente à cidade. Jaystie decapitou-a com um único golpe fazendo sua cabeça rolar até o outro lado da sala, o corpo da jovem tornou-se cinzas que encheram a sala com um cheiro pútrido de carne podre sendo torrada. Os dois nem sequer piscaram, já estavam acostumado a esse cheiro. “Essa ai não tinha mais muito tempo mesmo...” disse Jaystie. “Vamos continuar, e acho que talvez devamos nos separar...” disse o caçador. “Porque mesmo?” dessa vez era Jaystie, “Tem dois caminhos... e nós dois conseguimos cruzar isso tudo de forma mais rápida desse modo” sorriu olhando diretamente para Jaystie.
Cada um seguiu por um dos corredores que estavam à sua frente, Jaystie foi pela direita enquanto ele seguia o outro caminho. Havia uma porta no final do corredor, uma luz saia de dentro dela, usou a mão que segurava a lanterna para alcançar a maçaneta. Ouviu uma voz aguda vinda de trás da porta, ela gemia levemente, ao se aproximar ele reconheceu as duas que lá estavam. Era a rainha das vampiras com uma mulher em seus braços, a rainha estava mordendo o pescoço dela, mas assim que ele entrou as duas o olharam.
Para a surpresa e desgraça dele era sua esposa quem estava sendo mordida, não gostando nada da idéia abriu fogo imediatamente contra a rainha, mesmo sabendo que não teria a menor chance de derrotá-la. Ao mesmo tempo Mya, sua esposa, se aproximara dele por trás, desarmando com um movimento rápido e forte. Aproximou seus gélidos lábios aos dele, fazendo-o entrar em êxtase extremo, beijou-o tentando sugar seu sangue, felizmente para ele seu piercing labial, o qual Mya insistira por tanto tempo para que ele usasse, ficou preso nos caninos da vampira e foi arrancado com um movimento só fazendo- o despertar e reagir imediatamente disparando contra Mya. A bala flamejante acertou no ombro de Mya fazendo com que ela recuasse para perto da rainha.
As duas vampiras fugiram pela janela, quando o caçador resolvera ir atrás Jaystie adentrou pela porta segurando seu nunchaku, “ARNOLDY! VAMOS SAIR DAQUI, É CILADA MANO! ELAS TÃO TUDO VAZANDO DAQUI E COLOCARAM O CASTELO PRA RUIR”. Com um rápido movimento o caçador cruzou a porta junto de seu parceiro com o castelo ruindo por trás dos dois.
Do lado de fora do castelo ambos olharam para as ruínas e ficaram em silêncio, Jaystie também havia reconhecido Mya, mas não teve coragem de dizer sequer uma palavra. Os dois caçadores falharam nessa missão, mas falharam com a certeza de que ainda as encontrariam e terminariam o que começaram naquela noite.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Conto n°3 "A batalha de um sonho"
Era uma manhã chuvosa enquanto Soudi caminhava pelos cânions à sua frente, ele sempre gostou muito de lá o vento gélido que empurrava sua transa fazia-o sentir-se melhor, sempre fez. Mas naquele dia haveria luta ali, haveria sangue também e se ele soubesse disso não teria ido lá, talvez teria ido mesmo assim mas isso não importava porque ele não sabia e nem poderia saber.
Chegou no seu ponto favorito, ali aonde o vento batia com mais força e de forma mais aconchegante resolvéra meditar ali tentar entender algumas algumas incerteza e algumas dúvidas sobre si mesmo e sobre as pessoas à sua volta. Sentiu uma presença muito familiar atrás dele e escutou o que não queria quando essa pessoa o re-encontrase era o barulho de um sabre de luz sendo ligado. Deu um longo suspiro, imperceptivel à aquela que o ameaça, ligou seu sabre o verde vindo de seu hilt estava um pouco fosco e sem vida, talvez pela situação, talvez pela dúvida, não que fissese diferença ele estava decidido a lutar por sua vida custasse o que custasse. Sentiu a presença pulando para ataca-lo de cima pra baixo "Eu ensinei esse movimento a ela...o que ela ta tentando fazer?" o golpe veio pela vertical vizando partir sua cabeça em dois, Soudi apenas desviou girando o corpo para a esquerda, ao completar a volta tentou estocá-la, mas ela estava fora de alcance. Se encararam por uma fração de segundos, ele só sentiu ódio em seu olhar, enquanto ela perceberia a imensa tristeza por trás do olhar calmo e sereno de Soudi, não fosse pela raiva que a consumia.
Suzane tentou outro ataque dessa vez na horizontal mirando no toráx de seu inimigo e ex amado. Queria mata-lo, apagar sua existência da galaxia, não podia perdoa-lo pelo que ele fez, havia enganado e feito ela perder seu precisso tempo e sua preciosa vida com seus ensinamentos falhos e desnecessários, ela ja sabia de tudo aquilo de forma muito melhor que ele, mas o pior de tudo ele enganara seu coração a fez ama-lo como nunca amou ninguém antes e quando ela resolveu não mais ficar ao seu lado por ja ter vivido tudo aquilo e por sentir que ele não se importaria com a falta dela, não demorou muito e ele ja tinha outra padawan, outra protegida, outra seguidora, outra mulher em sua vida. Não podia perdoa-lo tinha que mata-lo e aquela era a melhor hora ele estava vulnerável, havia seguido-o por tempo suficiente para saber das falhas de seu estilo e sua principal fraqueza, ele era incapaz de lutar sozinho e era assim que ela ganharia dele.
Soudi bloqueou o ataque e investiu imadiatamente contra ela, não queria mata-la, não podia ela era importante para a galáxia e para ele. Estava se segurando para não acontecer o pior, mas isso foi um erro ela estava lutando para matar e quase alcançou tal objetivo acertando-o com um terceiro golpe acertando nas costelas, as que ainda eram humanas a dor foi imensa, se sentia fraco e seus sentidos estavam mas lentos, séria aquele seu fim? Não tinha tempo de se curar, e não tinha condições de se defender, viu o sabre azul de Suzane vindo em sua direção, tinha certeza que seria o seu fim mas isso não fez com fechasse os olhos, estava pronto para morrer pela vingança de sua antiga padawan, foi quando surgiu uma segunda luz em sua visão, uma luz roxa que ele conhecia muito bem, era Flumy sua padawan.
Flumy sabia que seu amado mestre estava muito ferido, sabia também que que Suzane não deixaria que ela o curasse, tinha pouco tempo e desejava que a força o ajuda-se a se firme até o fim dessa batalha. A luta era féroz e ela estava perdendo o foco, a preocupação era muito grande não conseguia olhar para Soudi, não havia tempo, Suzane investia com muita fúria contra a jovem, ela sabia que não poderia enfrenta-la sozinha, Suzane era poderosa demais para ela. Sentiu-se fraca e incapaz de poder fazer algo por seu mestre, acredtou que seus esforço haviam sido em vão todo o seu treinamento não valia de ada naquele momento e isso a fez querer chorar, mas não podia mostrar fraqueza, não podia ser fraca de forma alguma Soudi havia ensinado como ser forte e não mostrar as dores e as incertezas, reinui suas forças pediu silenciosamente auxilio à força e se sentiu mais revigorada. Mesmo isso não parecia suficiente para ela poder superar sua inimiga.
Soudi se sentia cada vez mais fraco,estava muito ferido sabia que a qualquer momento ele iria desmaiar, seu ferido era muito profundo numa região muito perigosa de seu corpo. Viu como Flumy estava lutando, ficou orgulhoso, mesmo sendo mais fraca que sua inimiga ela lutava com vontade e serenidade, exatamente como ele havia ensinado a ela, isso o fez ter mais forças, suficiente para curar-se e entrar na batalha, mas sabia que teria que escolher um lado...teria que escolher uma das duas. Lembrou-se de todos os momentos que havia passado com Suzane, como haviam sido bons e memoráveis, mas no final lembrou que ela o deixara para trás sem dar muitas explicações, quando tentou contacta-la ela só deu respostas vagas e sem muito sentido, disse que não acreditava no que ele havia dito e ensinado a ela que ele era fraco e egoísta que não o queria por perto. Uma dor bateu forte em seu peito, uma dúvida avasaladora não tinha certeza de que o destino de tantos valia isso. Tomou sua decisão sabia com quem valia a pena ficar e com quem não valia a pena.
A jovem com sabre roxo ja não se sentia tão segura e certa de si, levara muito temo lutando seu mestre provávelmente ja estaria morto naquele momento e então pelo que ela estava lutando? As duas jedi se distaciaram e aguardaram o momento crucial para atacar, tudo séria resolvido naquele momento. Correram uma em direção reta à outra, não havia nada em seu caminho uma das duas sairia viva dali só uma. Meio metro separava as duas, meio metro distanciava a finalização da batalha.
Algo interveio, era Soudi, estava muito fraco ainda, mas tinha forças o suficiente para a judar a sua amada...Suzane foi incapaz de lutar contra os dois, mas não queria desistir queria mata-los queria matar os dois, tinha toda a razão em suas costas, não podia perder, era mais forte que os dois, não conseguil entender aquilo. Acabou ficando sem forças, lhe parecia que a força tinha abandonado o seu corpo. Resolveu fugir, ela estava certa e mesmo ganhando eles não tinham tirado sua razão. Se atirou do penhasco e sumiu nas névoas do fundo do cânion.
Os dois jedi se entreolharam e sorriram, não havia mais nada em seu caminho poderiam ser felizes agora como mestre e aprendiz, como amantes. Soudi fraquejou sua ferida não estava completamente fechada, olhou para seu sabre antes de desfalecer, estava brilhante e hoje estava mais brilhante do que nunca. Olhou para Flumy acariciou seu rosto e durmiu para acordar em uma vida muito melhor...
Chegou no seu ponto favorito, ali aonde o vento batia com mais força e de forma mais aconchegante resolvéra meditar ali tentar entender algumas algumas incerteza e algumas dúvidas sobre si mesmo e sobre as pessoas à sua volta. Sentiu uma presença muito familiar atrás dele e escutou o que não queria quando essa pessoa o re-encontrase era o barulho de um sabre de luz sendo ligado. Deu um longo suspiro, imperceptivel à aquela que o ameaça, ligou seu sabre o verde vindo de seu hilt estava um pouco fosco e sem vida, talvez pela situação, talvez pela dúvida, não que fissese diferença ele estava decidido a lutar por sua vida custasse o que custasse. Sentiu a presença pulando para ataca-lo de cima pra baixo "Eu ensinei esse movimento a ela...o que ela ta tentando fazer?" o golpe veio pela vertical vizando partir sua cabeça em dois, Soudi apenas desviou girando o corpo para a esquerda, ao completar a volta tentou estocá-la, mas ela estava fora de alcance. Se encararam por uma fração de segundos, ele só sentiu ódio em seu olhar, enquanto ela perceberia a imensa tristeza por trás do olhar calmo e sereno de Soudi, não fosse pela raiva que a consumia.
Suzane tentou outro ataque dessa vez na horizontal mirando no toráx de seu inimigo e ex amado. Queria mata-lo, apagar sua existência da galaxia, não podia perdoa-lo pelo que ele fez, havia enganado e feito ela perder seu precisso tempo e sua preciosa vida com seus ensinamentos falhos e desnecessários, ela ja sabia de tudo aquilo de forma muito melhor que ele, mas o pior de tudo ele enganara seu coração a fez ama-lo como nunca amou ninguém antes e quando ela resolveu não mais ficar ao seu lado por ja ter vivido tudo aquilo e por sentir que ele não se importaria com a falta dela, não demorou muito e ele ja tinha outra padawan, outra protegida, outra seguidora, outra mulher em sua vida. Não podia perdoa-lo tinha que mata-lo e aquela era a melhor hora ele estava vulnerável, havia seguido-o por tempo suficiente para saber das falhas de seu estilo e sua principal fraqueza, ele era incapaz de lutar sozinho e era assim que ela ganharia dele.
Soudi bloqueou o ataque e investiu imadiatamente contra ela, não queria mata-la, não podia ela era importante para a galáxia e para ele. Estava se segurando para não acontecer o pior, mas isso foi um erro ela estava lutando para matar e quase alcançou tal objetivo acertando-o com um terceiro golpe acertando nas costelas, as que ainda eram humanas a dor foi imensa, se sentia fraco e seus sentidos estavam mas lentos, séria aquele seu fim? Não tinha tempo de se curar, e não tinha condições de se defender, viu o sabre azul de Suzane vindo em sua direção, tinha certeza que seria o seu fim mas isso não fez com fechasse os olhos, estava pronto para morrer pela vingança de sua antiga padawan, foi quando surgiu uma segunda luz em sua visão, uma luz roxa que ele conhecia muito bem, era Flumy sua padawan.
Flumy sabia que seu amado mestre estava muito ferido, sabia também que que Suzane não deixaria que ela o curasse, tinha pouco tempo e desejava que a força o ajuda-se a se firme até o fim dessa batalha. A luta era féroz e ela estava perdendo o foco, a preocupação era muito grande não conseguia olhar para Soudi, não havia tempo, Suzane investia com muita fúria contra a jovem, ela sabia que não poderia enfrenta-la sozinha, Suzane era poderosa demais para ela. Sentiu-se fraca e incapaz de poder fazer algo por seu mestre, acredtou que seus esforço haviam sido em vão todo o seu treinamento não valia de ada naquele momento e isso a fez querer chorar, mas não podia mostrar fraqueza, não podia ser fraca de forma alguma Soudi havia ensinado como ser forte e não mostrar as dores e as incertezas, reinui suas forças pediu silenciosamente auxilio à força e se sentiu mais revigorada. Mesmo isso não parecia suficiente para ela poder superar sua inimiga.
Soudi se sentia cada vez mais fraco,estava muito ferido sabia que a qualquer momento ele iria desmaiar, seu ferido era muito profundo numa região muito perigosa de seu corpo. Viu como Flumy estava lutando, ficou orgulhoso, mesmo sendo mais fraca que sua inimiga ela lutava com vontade e serenidade, exatamente como ele havia ensinado a ela, isso o fez ter mais forças, suficiente para curar-se e entrar na batalha, mas sabia que teria que escolher um lado...teria que escolher uma das duas. Lembrou-se de todos os momentos que havia passado com Suzane, como haviam sido bons e memoráveis, mas no final lembrou que ela o deixara para trás sem dar muitas explicações, quando tentou contacta-la ela só deu respostas vagas e sem muito sentido, disse que não acreditava no que ele havia dito e ensinado a ela que ele era fraco e egoísta que não o queria por perto. Uma dor bateu forte em seu peito, uma dúvida avasaladora não tinha certeza de que o destino de tantos valia isso. Tomou sua decisão sabia com quem valia a pena ficar e com quem não valia a pena.
A jovem com sabre roxo ja não se sentia tão segura e certa de si, levara muito temo lutando seu mestre provávelmente ja estaria morto naquele momento e então pelo que ela estava lutando? As duas jedi se distaciaram e aguardaram o momento crucial para atacar, tudo séria resolvido naquele momento. Correram uma em direção reta à outra, não havia nada em seu caminho uma das duas sairia viva dali só uma. Meio metro separava as duas, meio metro distanciava a finalização da batalha.
Algo interveio, era Soudi, estava muito fraco ainda, mas tinha forças o suficiente para a judar a sua amada...Suzane foi incapaz de lutar contra os dois, mas não queria desistir queria mata-los queria matar os dois, tinha toda a razão em suas costas, não podia perder, era mais forte que os dois, não conseguil entender aquilo. Acabou ficando sem forças, lhe parecia que a força tinha abandonado o seu corpo. Resolveu fugir, ela estava certa e mesmo ganhando eles não tinham tirado sua razão. Se atirou do penhasco e sumiu nas névoas do fundo do cânion.
Os dois jedi se entreolharam e sorriram, não havia mais nada em seu caminho poderiam ser felizes agora como mestre e aprendiz, como amantes. Soudi fraquejou sua ferida não estava completamente fechada, olhou para seu sabre antes de desfalecer, estava brilhante e hoje estava mais brilhante do que nunca. Olhou para Flumy acariciou seu rosto e durmiu para acordar em uma vida muito melhor...
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Conto n°2 "Não sabe nem atirar!"
Olhou-o diretamente nos olhos, viu sinais de incerteza e insegurança, os dois sabiam que algo estava errado ali. O homem elegante se deparava com algo que ele não conhecia, mas sabia muito bem o que aquilo era capaz de fazer.
- Vou te passar as minhas coisas cara, relaxa! - disse o pobre homem. Ele não queria entregar nada, tinha trabalhado duro pra conseguir aquelas coisas. Ele gostava tanto delas que não havia percebido o que havia de errado, mas mesmo que percebesse não mudaria nada...ele nunca havia entendido de armas.
- Abaixe a arma! - ordenou alguém que estava atrás do assaltante que rapidamente virou e fitou o novo personagem dessa empreitada.
- Vou te passar as minhas coisas cara, relaxa! - disse o pobre homem. Ele não queria entregar nada, tinha trabalhado duro pra conseguir aquelas coisas. Ele gostava tanto delas que não havia percebido o que havia de errado, mas mesmo que percebesse não mudaria nada...ele nunca havia entendido de armas.
- Abaixe a arma! - ordenou alguém que estava atrás do assaltante que rapidamente virou e fitou o novo personagem dessa empreitada.
- Quem você pensa que é? - respondeu apontando a arma para o homem
- Só alguém de passagem que quer dá uma de herói.
- Então escafede que não tem herói porra nenhuma!
- Cara a sua arma...é um 38 certo? Famoso trêis oitão. Só que ele tá sem balas? Mas que merda é essa? E olha a sua postura...que tipo de atirador ou assaltante ou whatever você pensa que é?
O assaltante não sabia o que fazer, "como ele sabia disso? Será que ele descobriu que eu nunca havia pego numa arma?" pensava confuso o pobre atirador, não ouve reação de sua parte
- Pelo visto nunca pegou numa arma antes né? - Disse o 'sábio'
Aquilo era o fim...ele realmente nunca havia pego numa arma. Não tinha escolha, largou sua ferramenta no chão e apenas correu desejando que esse homem não estivesse armado e atirasse nele.
O assaltante havia ido embora, agora os dois desconhecidos estavam sós na rua o homem elegante se aproximou daquele que havia lhe salvo a vida(ou os seus pertences) e calmamente, apesar de ainda ofegante disse:
- Quem é você? E como sabia de tudo isso?
- Eu sou só um rpgista de passagem...agora sobre saber essas coisas...é que eu tenho um guia de armas...
P.S.: O meu querido amigo Murilo quem me deu a inspiração por causa de um dos contos do blog dele =D
- Só alguém de passagem que quer dá uma de herói.
- Então escafede que não tem herói porra nenhuma!
- Cara a sua arma...é um 38 certo? Famoso trêis oitão. Só que ele tá sem balas? Mas que merda é essa? E olha a sua postura...que tipo de atirador ou assaltante ou whatever você pensa que é?
O assaltante não sabia o que fazer, "como ele sabia disso? Será que ele descobriu que eu nunca havia pego numa arma?" pensava confuso o pobre atirador, não ouve reação de sua parte
- Pelo visto nunca pegou numa arma antes né? - Disse o 'sábio'
Aquilo era o fim...ele realmente nunca havia pego numa arma. Não tinha escolha, largou sua ferramenta no chão e apenas correu desejando que esse homem não estivesse armado e atirasse nele.
O assaltante havia ido embora, agora os dois desconhecidos estavam sós na rua o homem elegante se aproximou daquele que havia lhe salvo a vida(ou os seus pertences) e calmamente, apesar de ainda ofegante disse:
- Quem é você? E como sabia de tudo isso?
- Eu sou só um rpgista de passagem...agora sobre saber essas coisas...é que eu tenho um guia de armas...
P.S.: O meu querido amigo Murilo quem me deu a inspiração por causa de um dos contos do blog dele =D
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Um DYa Qualquer 1
Era um dia ensolarado como outro qualquer, muitas pessoas diriam que era um dia bonito e que provavelmente séria um ótimo dia. Diubert acordou um pouco depois de seus irmãos em armas, logo que os viu disse: “Milliano, Auguis! Bom dia! Acredito que demorei um pouco pra acordar...”. Milliano ainda dormia enquanto Auguis treinava combate. Parou e respondeu olhando para o Mago deitado no chão: “Acho que ele não vai se importar muito... Bom dia!”.
Pouco tempo depois o mago acordou e desafiara Auguis o feiticeiro para um treino-duelo de magia enquanto Diubert treinava, sozinho, a arte das armas. Os dois magos logo terminaram seu treinamento e foram todos até a taverna em que Diubert estava trabalhando em substituição ao dono, da taverna Millian e Auguis seguiram viagem para retornarem aos seus lares.
Depois de longas horas o sol já tocava o meio do céu, estava na hora de sair, tinha coisas a fazer e pessoas a ver. Resolvera ver a sua amada amiga do clericato da cidade. Encontraram-se em uma praça nas proximidades de onde a sua amiga morava, lá sentaram e conversaram durante horas a finco, discutiram sobre a vida, sobre suas expectativas para o futuro e sobre sentimentos.
Os dois sabiam que sua relação estava muito próxima, poderiam contar um com o outro sempre... Ele tinha uma clériga disposta a curar as suas feridas a qualquer momento, enquanto ela sabia que tinha um guerreiro pronto pra dar a vida por ela, pronto para enfrentar todas as lutas e problemas adiante, se caso estivessem juntos. Ao final do encontro combinaram de qualquer dia viajarem juntos em alguma missão louca e suicida assim que tivessem tempo.
Chegou à cidade vizinha tinha que encontrar uma correspondente da sua casta foi diretamente para o ponto de encontro e encontrou o lugar vazio. Pensou em abandonar o lugar e a missão, estava com um mau pressentimento algo não estava certo. Andou em volta da cidade, era do tipo de cidade focada no entretenimento, daquelas que tem praticamente tudo o que você procura, porém Diubert não estava atrás de nada.
Encontrou com alguns companheiros que disseram que ele deveria voltar para cumprir sua missão, apesar de começar a não se sentir bem a respeito dela ainda deveria ser feita. Voltando ao ponto de encontrou lá estava a correspondente esperando-o. Vestia menos roupas do que uma mensageira deveria usar. Não se importou muito com isso – ele já havia vivido muito, eram novos tempos – foi cumprimentá-la dizendo: ”Desculpa pela demora, tinha me encontrado com alguns companheiros antes.”. Ela fitou-o e respondeu: “Eu sabia que você iria se atrasar por causa de outras pessoas é sempre assim... os homens sempre me deixam esperando... e nunca aparecem”. Diubert achou estranha a colocação, mas prosseguiu com a missão, recebeu os dados e as informações que precisaria para uma próxima missão.
Conversaram ainda durante algumas horas andando por toda a cidade até chegarem a uma pequena cabana. Diubert sem saber o porquê entrou na cabana acompanhado da mensageira que ao entrarem o jogou em cima de uma cama e ficou completamente nua com um único movimento, Diubert estava em transe não tinha certeza do que estava acontecendo e foi então que percebeu que não tinha mais controle sobre o seu corpo, entendeu o que estava acontecendo e já sabia como agir naquela situação. A mulher acabara de se jogar em cima dele, Diubert sabia que precisava acordar do transe pegar a sua adaga e atacar antes que seus lábios se encontrassem.
Tinha que sair do transe, tinha que pensar em outra coisa e esquecer aquela situação para assim se livrar daquilo que o atacava, lembrou da clériga e de como era bom estar com ela e conversar com ela. Sentiu-se no controle de si novamente, não exitou em pegar sua adaga encantada e trespassar a garganta dela jogando-a para trás, logo em seguida acertando seu coração em cheio. A mensageira agonizou assumindo a forma de um demônio com duas cabeças e olhos brancos como a neve, seus gritos ecoaram por todos os cantos da cidade.
Diubert olhou fundo em suas pupilas e disse as palavras necessárias para derrotar uma daquelas: “Largue o meu corpo pois ele não é seu...deixe a minha alma porque ela é minha!”. O demônio em sua frente lançou um olhar de desespero e dúvida e dizendo suas últimas palavras: “Como pôde um ser humano saber essas palavras?” Diubert sorrindo respondeu: “É muito simples... eu já derrotei a sua rainha!”. O corpo da mensageira tornou-se cinzas enquanto o guerreiro a abraçava forte. Após todo o processo de cremação chegar ao fim Diubert saindo da pequena cabana pensou: “Eu não sei se amo ou se odeio essas malditas Succubus... elas sempre acabam me atacando...”.
Saiu da cidade sabendo que um dia voltaria ali, não por aquela succubus, mas porque ali ainda haviam muitos que poderiam ajudá-lo a superar aquilo. Olhou para o céu e o achou tão triste e nublado apesar de não haver nenhuma nuvem naquele dia ensolarado.
Pouco tempo depois o mago acordou e desafiara Auguis o feiticeiro para um treino-duelo de magia enquanto Diubert treinava, sozinho, a arte das armas. Os dois magos logo terminaram seu treinamento e foram todos até a taverna em que Diubert estava trabalhando em substituição ao dono, da taverna Millian e Auguis seguiram viagem para retornarem aos seus lares.
Depois de longas horas o sol já tocava o meio do céu, estava na hora de sair, tinha coisas a fazer e pessoas a ver. Resolvera ver a sua amada amiga do clericato da cidade. Encontraram-se em uma praça nas proximidades de onde a sua amiga morava, lá sentaram e conversaram durante horas a finco, discutiram sobre a vida, sobre suas expectativas para o futuro e sobre sentimentos.
Os dois sabiam que sua relação estava muito próxima, poderiam contar um com o outro sempre... Ele tinha uma clériga disposta a curar as suas feridas a qualquer momento, enquanto ela sabia que tinha um guerreiro pronto pra dar a vida por ela, pronto para enfrentar todas as lutas e problemas adiante, se caso estivessem juntos. Ao final do encontro combinaram de qualquer dia viajarem juntos em alguma missão louca e suicida assim que tivessem tempo.
Chegou à cidade vizinha tinha que encontrar uma correspondente da sua casta foi diretamente para o ponto de encontro e encontrou o lugar vazio. Pensou em abandonar o lugar e a missão, estava com um mau pressentimento algo não estava certo. Andou em volta da cidade, era do tipo de cidade focada no entretenimento, daquelas que tem praticamente tudo o que você procura, porém Diubert não estava atrás de nada.
Encontrou com alguns companheiros que disseram que ele deveria voltar para cumprir sua missão, apesar de começar a não se sentir bem a respeito dela ainda deveria ser feita. Voltando ao ponto de encontrou lá estava a correspondente esperando-o. Vestia menos roupas do que uma mensageira deveria usar. Não se importou muito com isso – ele já havia vivido muito, eram novos tempos – foi cumprimentá-la dizendo: ”Desculpa pela demora, tinha me encontrado com alguns companheiros antes.”. Ela fitou-o e respondeu: “Eu sabia que você iria se atrasar por causa de outras pessoas é sempre assim... os homens sempre me deixam esperando... e nunca aparecem”. Diubert achou estranha a colocação, mas prosseguiu com a missão, recebeu os dados e as informações que precisaria para uma próxima missão.
Conversaram ainda durante algumas horas andando por toda a cidade até chegarem a uma pequena cabana. Diubert sem saber o porquê entrou na cabana acompanhado da mensageira que ao entrarem o jogou em cima de uma cama e ficou completamente nua com um único movimento, Diubert estava em transe não tinha certeza do que estava acontecendo e foi então que percebeu que não tinha mais controle sobre o seu corpo, entendeu o que estava acontecendo e já sabia como agir naquela situação. A mulher acabara de se jogar em cima dele, Diubert sabia que precisava acordar do transe pegar a sua adaga e atacar antes que seus lábios se encontrassem.
Tinha que sair do transe, tinha que pensar em outra coisa e esquecer aquela situação para assim se livrar daquilo que o atacava, lembrou da clériga e de como era bom estar com ela e conversar com ela. Sentiu-se no controle de si novamente, não exitou em pegar sua adaga encantada e trespassar a garganta dela jogando-a para trás, logo em seguida acertando seu coração em cheio. A mensageira agonizou assumindo a forma de um demônio com duas cabeças e olhos brancos como a neve, seus gritos ecoaram por todos os cantos da cidade.
Diubert olhou fundo em suas pupilas e disse as palavras necessárias para derrotar uma daquelas: “Largue o meu corpo pois ele não é seu...deixe a minha alma porque ela é minha!”. O demônio em sua frente lançou um olhar de desespero e dúvida e dizendo suas últimas palavras: “Como pôde um ser humano saber essas palavras?” Diubert sorrindo respondeu: “É muito simples... eu já derrotei a sua rainha!”. O corpo da mensageira tornou-se cinzas enquanto o guerreiro a abraçava forte. Após todo o processo de cremação chegar ao fim Diubert saindo da pequena cabana pensou: “Eu não sei se amo ou se odeio essas malditas Succubus... elas sempre acabam me atacando...”.
Saiu da cidade sabendo que um dia voltaria ali, não por aquela succubus, mas porque ali ainda haviam muitos que poderiam ajudá-lo a superar aquilo. Olhou para o céu e o achou tão triste e nublado apesar de não haver nenhuma nuvem naquele dia ensolarado.
domingo, 26 de julho de 2009
Fim de semana 1.0
Cara, esse fim de semana foi meio tenso =]
- Sexta(meu "final de semana" começou ai): Nihon seguido de restaurante seguido de casa da Jess. A primeira e a última atividades foram bem legais...a do meio foi um tédio extremo até o Rafinha chegar no restaurante e me ajudar a fechar...vi coisas que eu nunca tinha visto antes na casa da Jess foi muito bom e eu revi duas pessoas que não via fazia décadas e isso me deixou feliz.
- Sábado: restaurante seguido de casa seguido de morte. Restaurante bombou de pessoas...muito bom mas muito cansativo e estressante, mas graças a ajuda de todos eu sobrevivi com a minha cabeça inteira =D
- Domingo: restaurante seguido de casa seguido de restaurante seguido de incapacidade de dormir o que me obrigou a postar aqui enquanto baixo os últimos episódios de da primeira temporada de School Rumble. Animezinho muito bom =]
Agora que eu escrevi isso não ta me parecendo tão tenso assim meu fim de semana...engraçado isso
tenham todos uma ótima semana =]
- Sexta(meu "final de semana" começou ai): Nihon seguido de restaurante seguido de casa da Jess. A primeira e a última atividades foram bem legais...a do meio foi um tédio extremo até o Rafinha chegar no restaurante e me ajudar a fechar...vi coisas que eu nunca tinha visto antes na casa da Jess foi muito bom e eu revi duas pessoas que não via fazia décadas e isso me deixou feliz.
- Sábado: restaurante seguido de casa seguido de morte. Restaurante bombou de pessoas...muito bom mas muito cansativo e estressante, mas graças a ajuda de todos eu sobrevivi com a minha cabeça inteira =D
- Domingo: restaurante seguido de casa seguido de restaurante seguido de incapacidade de dormir o que me obrigou a postar aqui enquanto baixo os últimos episódios de da primeira temporada de School Rumble. Animezinho muito bom =]
Agora que eu escrevi isso não ta me parecendo tão tenso assim meu fim de semana...engraçado isso
tenham todos uma ótima semana =]
domingo, 12 de julho de 2009
Uma sinceridade ou só mais um coração congelado?
Sabe aqueles dias em que você não tem vontade de fazer nada, só ficar quieto tranqüilamente fazendo suas coisas, ou seja, relaxando e acaba não dando certo por não entenderem que você só quer ficar na sua?
Minha dica pra essas horas é: não beba...mesmo que você ja seja uma pessoa acostumada ao ato. Porque vai acabar passando da dose e passando mal...muito mal e beber não vai mudar em nada a sua situação...e é só! Tenham um bom dia
Minha dica pra essas horas é: não beba...mesmo que você ja seja uma pessoa acostumada ao ato. Porque vai acabar passando da dose e passando mal...muito mal e beber não vai mudar em nada a sua situação...e é só! Tenham um bom dia
terça-feira, 7 de julho de 2009
Conto nº 1 "O olhar de sua amada"
Ele apertou as mãos no volante pensando:"Estamos perto do fim...são só mais 40 km e chegamos lá...o pacote está aqui, as armas estão cheias de balas, minha amada está do meu lado...vai dar tudo certo!"
Apesar de saber de tudo isso ele ainda sim olhou para o pacote checando se realmente estava lá, verificou a sua sauer, checou quantas balas tinham...pente cheio como deveria estar já que não haviam dado um tiro nos últimos 100 kms. Achou estranho o fato de não terem dado um tiro seguer afinal de contas o contratante tinha pagado muito para eles atravessarem toda a colina...140 kms de areias perigosas e nem seguer um tiro nem ao menos os bandidos resolveram aparecer e isso o deixava inseguro.
E por último foi averiguar a sua amada e ao trocar olhares com ela, le se lembrou do dia em que se conheceram na guilda de transportadores...ela em todo o seu explendor feminino estava atrás de um motorista, não havia conseguido nenhum, talvez por ser um trabalho machista, talvez por não ter no rosto as feições de quem ja atravessou algum dos desertos. Ele acabara de dispensar o seu co-piloto por problemas envolvendo dinheiro, ja era o 5º que havia largado ele...talvez o problema estivesse com ele, precissava muito ter certeza pois caso isso fosse verdade largaria o trabalho de transportador e iria dirigir transportes públicos...nesse momento olhou para todos em volta sentindo que sentiria falta de todos caso largasse tudo isso foi quando seus olhares se encontraram pela primeira vez...ela foi até ele sem tirar os olhos de dentro dos olhos dele, ela tinha aquele velho olhar penetrante que sabe tudo o que você está pensando apenas de olhar dentro dos seus olhos, no começo ele se sentiu inseguro com aquele olhar e desviou o seu. Ao olhar para os olhos dela novamente a insegurança se tornou fascinio e seus olhos não desgrudaram dos dela momento algum até que ela chegou em sua mesa e disse:"Ei cara, ouvi dizer que você precisa de um co-piloto...bem eu sou uma, não fiz muitas travesias ainda mas aprendo rápido, posso ser sua co-pilota?". Nesse momento o mundo parou, ele sentia a gravidade sumir e seu corpo todo ficar dormente, depois de pouco tempo ele se recompôs e respondeu:"Tenha a bondade minha cara...mas saiba que eu também não fiz muitas travesias" ela apenas sorriu, o mesmo sorriso que ela dava a ele agora...o mesmo sorriso depois de 5 anos juntos ela nunca havia parado de sorrir e isso o deixava muito satisfeito e feliz.
Após tudo verificado ele sabia o que viria à frente: a velha cidade de Edwiges. Dizem que um dia algo explodiu debaixo daquela cidade matando tudo que havia por lá. os dois sabiam que não era verdade, ja haviam estado lá pessoas moravam por lá agora tentando reconstrir algo, fosse suas vidas, fosse a cidade. Isso a tornava mais perigosa.
Engatou a primeira marcha ao mesmo tempo que destravava a sua Sig Sauer P250 e saiu com seu carro em direção à cidade de Edwiges. Até mesmo os mais acostumados se sentiam um tanto estranhos quando entravam nessa cidade...era tudo ruínas e destruição, não havia ninguém por lá talvez estivesem se escondendo de suas próprias fraquesas. O casal têve a visão que mais trazia angústia e dúvidas sobre Edwiges, o centro da cidade havia uma enorme crátera o estranho é que ela vinha de dentro pra fora, ninguém nunca soube explicar aquilo os que lá foram jamais retornaram.
Foi quando ouviu-se o primeiro tiro, não se sabe de onde veio nem o que acertou, mas depois do primeiro tiro veio o tiroteio, o casal apenas via as balas acertarem o vidro de sua Hummer e agradeciam por terem gasto tanto com blindagem de vidro. Puseram-se a atirar em retorno aos seus inimigos...mas sem nenhum sucesso, sairam em disparada com o carro tentando atravesar o que sobrava da cidade. "15 kms!" pensou, enquanto apertava o acelerador com toda a sua força, tinha certeza de que isso não faria a menor diferença, mas ele se sentia um pouco melhor ao fazer aquilo. Sentiu apenas seus ouvidos falharem enquanto tudo a sua frente se tornava terrivelmente claro, sentia que não estava mais no conforto do chão. Uma pancada forte à sua esquerda, seguida de uma vinda de cima e logo após se sentiu pairando no ar por alguns miléssimos. Começou ver de forma melhor sua visão estava menos turva foi quando a terceira pancada veio por cima novamente dessa vez porém o carro havia parado e ele visualizou a sua situação: Tinha capotado o carro, provavelmente um projétil explosivo que arremesou seu carro longe.
Percebeu que sua amada estava bem e ja se preparava para sair do carro. "Tão cheia de atitude". Pensou enquanto se preparava para sair. Pegou o pacote, uma mochila simples, saiu do carro usando-o como escudo contra os tiros seguintes, colocou a mochila em suas costas, ajudou sua co-pilota a sair do carro e os dois juntos correram para dentro de um dos prédios, mãos dadas como sempre faziam nessas situações, por sorte ele era canhoto e os dois podiam fazer isso sem parar de atirar com suas pistolas.
Pouco antes de entrarem no prédio suas balas haviam acabado e ele não quisera soltar a mão para recarregar, seu primeiro grande erro, ao entrarem foram surpreendidos pelos bandidos e ele acabou por tomar um tiro certeiro no ombro que o fez girar e derrubar sua amada salvando-a dos projéteis que vinham em sua direção. Ouviu tiros, muitos tiros, mas só podia ver o chão ficando turvo à sua frente, sentia o sangue quente escorrendo pelos seus braços. Vendo que estava quase perdendo o seu fio de consciência perfurou sua ferida com um de seus dedos sentido o metal quente do projétil enterrado em seu ombro. Não sentia mais dores, sentia apenas seu coração batendo cada vez mais forte sentiu a adrenalina tomar conta de seu corpo. Sua primeira preocupação era recarregar a arma, liberou o pente vazio pegando o seu segundo para realizar o ritual de troca de pentes, sentiu o pente entrar perfeitamente em seu lugar. Ao escutar o clique instintivamente destravou a arma e deu o primeiro disparo, não tinha muita certeza do que havia acertado nem em quem, tinha certeza de que não era sua parceira pois ele atirara na direção da escada onde estava o responsável pelo primeiro tiro...o tiro que o acertara em cheio.
Disparou uma segunda vez no corpo aparentemente em queda de seu atirador, mirou mais abaixo encontrando um segundo atirador acertando em cheio por entre seus olhos.
Escutou então um barulho metálico próximo aos seus pés sabia o que era e não se importava muito o estado de sua amada era mais importante que um pente vazio. Olhou-a como um predador olha para a sua presa e ao cruzar com os olhos dela se sentiu aliviado, o mundo perdeu a sua luz, tudo veio a escurecer. Sentiu seu corpo desfalecido cair ao chão isso foi o que o manteve acordado por tempo o suficiente para ver a sua amada toma-lo em seus braços e olhando em seus olhos dizer:"Não me deixe agora minha vida. Tenho muito o que aprender sobre a vida e sobre os sentimentos com você." Essas palavras deram mais força a ele, sentiu-se mais revigorádo ao tentar levantar percebera seu segundo e último grande erro: Percebera que existia um segundo sangramento vindo de seu corpo era vindo de seu peito, havia começado a pouco tempo, sua camisa estava começando a ficar molhada de sangue tanto a parte da frente como a parte de trás. "Estou sangrando dos dois lados" pensou e sentiu algo molhado tocar sua face ao olhar para cima viu pela primeira vez sua amada chorando.
Ele sabia que ela estava falando algo para anima-lo, mante-lo vivo para seguir em frente, mas seus sentidos o trairam, ele foi incapaz de ouvi-la ou ao menos entende-la. Sua visão estava turva seu corpo não respondia aos seus impulsos de dâ-lhe um último beijo. Suas mãos fraquejaram poucos antes de alcançar os lábios de sua amada. Sua visão escureceu sem desviar daquele olhar tão lindo que tinha sua amada.
Apesar de saber de tudo isso ele ainda sim olhou para o pacote checando se realmente estava lá, verificou a sua sauer, checou quantas balas tinham...pente cheio como deveria estar já que não haviam dado um tiro nos últimos 100 kms. Achou estranho o fato de não terem dado um tiro seguer afinal de contas o contratante tinha pagado muito para eles atravessarem toda a colina...140 kms de areias perigosas e nem seguer um tiro nem ao menos os bandidos resolveram aparecer e isso o deixava inseguro.
E por último foi averiguar a sua amada e ao trocar olhares com ela, le se lembrou do dia em que se conheceram na guilda de transportadores...ela em todo o seu explendor feminino estava atrás de um motorista, não havia conseguido nenhum, talvez por ser um trabalho machista, talvez por não ter no rosto as feições de quem ja atravessou algum dos desertos. Ele acabara de dispensar o seu co-piloto por problemas envolvendo dinheiro, ja era o 5º que havia largado ele...talvez o problema estivesse com ele, precissava muito ter certeza pois caso isso fosse verdade largaria o trabalho de transportador e iria dirigir transportes públicos...nesse momento olhou para todos em volta sentindo que sentiria falta de todos caso largasse tudo isso foi quando seus olhares se encontraram pela primeira vez...ela foi até ele sem tirar os olhos de dentro dos olhos dele, ela tinha aquele velho olhar penetrante que sabe tudo o que você está pensando apenas de olhar dentro dos seus olhos, no começo ele se sentiu inseguro com aquele olhar e desviou o seu. Ao olhar para os olhos dela novamente a insegurança se tornou fascinio e seus olhos não desgrudaram dos dela momento algum até que ela chegou em sua mesa e disse:"Ei cara, ouvi dizer que você precisa de um co-piloto...bem eu sou uma, não fiz muitas travesias ainda mas aprendo rápido, posso ser sua co-pilota?". Nesse momento o mundo parou, ele sentia a gravidade sumir e seu corpo todo ficar dormente, depois de pouco tempo ele se recompôs e respondeu:"Tenha a bondade minha cara...mas saiba que eu também não fiz muitas travesias" ela apenas sorriu, o mesmo sorriso que ela dava a ele agora...o mesmo sorriso depois de 5 anos juntos ela nunca havia parado de sorrir e isso o deixava muito satisfeito e feliz.
Após tudo verificado ele sabia o que viria à frente: a velha cidade de Edwiges. Dizem que um dia algo explodiu debaixo daquela cidade matando tudo que havia por lá. os dois sabiam que não era verdade, ja haviam estado lá pessoas moravam por lá agora tentando reconstrir algo, fosse suas vidas, fosse a cidade. Isso a tornava mais perigosa.
Engatou a primeira marcha ao mesmo tempo que destravava a sua Sig Sauer P250 e saiu com seu carro em direção à cidade de Edwiges. Até mesmo os mais acostumados se sentiam um tanto estranhos quando entravam nessa cidade...era tudo ruínas e destruição, não havia ninguém por lá talvez estivesem se escondendo de suas próprias fraquesas. O casal têve a visão que mais trazia angústia e dúvidas sobre Edwiges, o centro da cidade havia uma enorme crátera o estranho é que ela vinha de dentro pra fora, ninguém nunca soube explicar aquilo os que lá foram jamais retornaram.
Foi quando ouviu-se o primeiro tiro, não se sabe de onde veio nem o que acertou, mas depois do primeiro tiro veio o tiroteio, o casal apenas via as balas acertarem o vidro de sua Hummer e agradeciam por terem gasto tanto com blindagem de vidro. Puseram-se a atirar em retorno aos seus inimigos...mas sem nenhum sucesso, sairam em disparada com o carro tentando atravesar o que sobrava da cidade. "15 kms!" pensou, enquanto apertava o acelerador com toda a sua força, tinha certeza de que isso não faria a menor diferença, mas ele se sentia um pouco melhor ao fazer aquilo. Sentiu apenas seus ouvidos falharem enquanto tudo a sua frente se tornava terrivelmente claro, sentia que não estava mais no conforto do chão. Uma pancada forte à sua esquerda, seguida de uma vinda de cima e logo após se sentiu pairando no ar por alguns miléssimos. Começou ver de forma melhor sua visão estava menos turva foi quando a terceira pancada veio por cima novamente dessa vez porém o carro havia parado e ele visualizou a sua situação: Tinha capotado o carro, provavelmente um projétil explosivo que arremesou seu carro longe.
Percebeu que sua amada estava bem e ja se preparava para sair do carro. "Tão cheia de atitude". Pensou enquanto se preparava para sair. Pegou o pacote, uma mochila simples, saiu do carro usando-o como escudo contra os tiros seguintes, colocou a mochila em suas costas, ajudou sua co-pilota a sair do carro e os dois juntos correram para dentro de um dos prédios, mãos dadas como sempre faziam nessas situações, por sorte ele era canhoto e os dois podiam fazer isso sem parar de atirar com suas pistolas.
Pouco antes de entrarem no prédio suas balas haviam acabado e ele não quisera soltar a mão para recarregar, seu primeiro grande erro, ao entrarem foram surpreendidos pelos bandidos e ele acabou por tomar um tiro certeiro no ombro que o fez girar e derrubar sua amada salvando-a dos projéteis que vinham em sua direção. Ouviu tiros, muitos tiros, mas só podia ver o chão ficando turvo à sua frente, sentia o sangue quente escorrendo pelos seus braços. Vendo que estava quase perdendo o seu fio de consciência perfurou sua ferida com um de seus dedos sentido o metal quente do projétil enterrado em seu ombro. Não sentia mais dores, sentia apenas seu coração batendo cada vez mais forte sentiu a adrenalina tomar conta de seu corpo. Sua primeira preocupação era recarregar a arma, liberou o pente vazio pegando o seu segundo para realizar o ritual de troca de pentes, sentiu o pente entrar perfeitamente em seu lugar. Ao escutar o clique instintivamente destravou a arma e deu o primeiro disparo, não tinha muita certeza do que havia acertado nem em quem, tinha certeza de que não era sua parceira pois ele atirara na direção da escada onde estava o responsável pelo primeiro tiro...o tiro que o acertara em cheio.
Disparou uma segunda vez no corpo aparentemente em queda de seu atirador, mirou mais abaixo encontrando um segundo atirador acertando em cheio por entre seus olhos.
Escutou então um barulho metálico próximo aos seus pés sabia o que era e não se importava muito o estado de sua amada era mais importante que um pente vazio. Olhou-a como um predador olha para a sua presa e ao cruzar com os olhos dela se sentiu aliviado, o mundo perdeu a sua luz, tudo veio a escurecer. Sentiu seu corpo desfalecido cair ao chão isso foi o que o manteve acordado por tempo o suficiente para ver a sua amada toma-lo em seus braços e olhando em seus olhos dizer:"Não me deixe agora minha vida. Tenho muito o que aprender sobre a vida e sobre os sentimentos com você." Essas palavras deram mais força a ele, sentiu-se mais revigorádo ao tentar levantar percebera seu segundo e último grande erro: Percebera que existia um segundo sangramento vindo de seu corpo era vindo de seu peito, havia começado a pouco tempo, sua camisa estava começando a ficar molhada de sangue tanto a parte da frente como a parte de trás. "Estou sangrando dos dois lados" pensou e sentiu algo molhado tocar sua face ao olhar para cima viu pela primeira vez sua amada chorando.
Ele sabia que ela estava falando algo para anima-lo, mante-lo vivo para seguir em frente, mas seus sentidos o trairam, ele foi incapaz de ouvi-la ou ao menos entende-la. Sua visão estava turva seu corpo não respondia aos seus impulsos de dâ-lhe um último beijo. Suas mãos fraquejaram poucos antes de alcançar os lábios de sua amada. Sua visão escureceu sem desviar daquele olhar tão lindo que tinha sua amada.
Pessoas
Muitas pessoas pensam sofrer e acham que a sua dor é maior do que a dor das outras pessoas...isso faz com que elas não vejam que à sua volta todos sofrem, todos tem problemas, todos tem crises e que todos querem uma ajuda por mais simples que seja. Se você acha que os seus problemas são grandes pare e escute os problemas e a vida da pessoa que está ao seu lado(seja sua mãe, seu irmão, seu pai, seu amigo, sua namorada) escute...mas escute sabendo que isso pode não ajudar a resolver o seu problema...mas assim você trará um alivio àqueles que estão ao seu lado e só precisam que alguém as escute....
Fica um recadinho =D
Fica um recadinho =D
Inicio do fim da normalidade sistemática
Primeira postagem é apenas informativa sempre...eu vou escrever coisas aleatórias e sem sentido sempre que eu estiver afim de fazé-lo leiam a vontade comentem a vontade valeu o/
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