Era um dia ensolarado como outro qualquer, muitas pessoas diriam que era um dia bonito e que provavelmente séria um ótimo dia. Diubert acordou um pouco depois de seus irmãos em armas, logo que os viu disse: “Milliano, Auguis! Bom dia! Acredito que demorei um pouco pra acordar...”. Milliano ainda dormia enquanto Auguis treinava combate. Parou e respondeu olhando para o Mago deitado no chão: “Acho que ele não vai se importar muito... Bom dia!”.
Pouco tempo depois o mago acordou e desafiara Auguis o feiticeiro para um treino-duelo de magia enquanto Diubert treinava, sozinho, a arte das armas. Os dois magos logo terminaram seu treinamento e foram todos até a taverna em que Diubert estava trabalhando em substituição ao dono, da taverna Millian e Auguis seguiram viagem para retornarem aos seus lares.
Depois de longas horas o sol já tocava o meio do céu, estava na hora de sair, tinha coisas a fazer e pessoas a ver. Resolvera ver a sua amada amiga do clericato da cidade. Encontraram-se em uma praça nas proximidades de onde a sua amiga morava, lá sentaram e conversaram durante horas a finco, discutiram sobre a vida, sobre suas expectativas para o futuro e sobre sentimentos.
Os dois sabiam que sua relação estava muito próxima, poderiam contar um com o outro sempre... Ele tinha uma clériga disposta a curar as suas feridas a qualquer momento, enquanto ela sabia que tinha um guerreiro pronto pra dar a vida por ela, pronto para enfrentar todas as lutas e problemas adiante, se caso estivessem juntos. Ao final do encontro combinaram de qualquer dia viajarem juntos em alguma missão louca e suicida assim que tivessem tempo.
Chegou à cidade vizinha tinha que encontrar uma correspondente da sua casta foi diretamente para o ponto de encontro e encontrou o lugar vazio. Pensou em abandonar o lugar e a missão, estava com um mau pressentimento algo não estava certo. Andou em volta da cidade, era do tipo de cidade focada no entretenimento, daquelas que tem praticamente tudo o que você procura, porém Diubert não estava atrás de nada.
Encontrou com alguns companheiros que disseram que ele deveria voltar para cumprir sua missão, apesar de começar a não se sentir bem a respeito dela ainda deveria ser feita. Voltando ao ponto de encontrou lá estava a correspondente esperando-o. Vestia menos roupas do que uma mensageira deveria usar. Não se importou muito com isso – ele já havia vivido muito, eram novos tempos – foi cumprimentá-la dizendo: ”Desculpa pela demora, tinha me encontrado com alguns companheiros antes.”. Ela fitou-o e respondeu: “Eu sabia que você iria se atrasar por causa de outras pessoas é sempre assim... os homens sempre me deixam esperando... e nunca aparecem”. Diubert achou estranha a colocação, mas prosseguiu com a missão, recebeu os dados e as informações que precisaria para uma próxima missão.
Conversaram ainda durante algumas horas andando por toda a cidade até chegarem a uma pequena cabana. Diubert sem saber o porquê entrou na cabana acompanhado da mensageira que ao entrarem o jogou em cima de uma cama e ficou completamente nua com um único movimento, Diubert estava em transe não tinha certeza do que estava acontecendo e foi então que percebeu que não tinha mais controle sobre o seu corpo, entendeu o que estava acontecendo e já sabia como agir naquela situação. A mulher acabara de se jogar em cima dele, Diubert sabia que precisava acordar do transe pegar a sua adaga e atacar antes que seus lábios se encontrassem.
Tinha que sair do transe, tinha que pensar em outra coisa e esquecer aquela situação para assim se livrar daquilo que o atacava, lembrou da clériga e de como era bom estar com ela e conversar com ela. Sentiu-se no controle de si novamente, não exitou em pegar sua adaga encantada e trespassar a garganta dela jogando-a para trás, logo em seguida acertando seu coração em cheio. A mensageira agonizou assumindo a forma de um demônio com duas cabeças e olhos brancos como a neve, seus gritos ecoaram por todos os cantos da cidade.
Diubert olhou fundo em suas pupilas e disse as palavras necessárias para derrotar uma daquelas: “Largue o meu corpo pois ele não é seu...deixe a minha alma porque ela é minha!”. O demônio em sua frente lançou um olhar de desespero e dúvida e dizendo suas últimas palavras: “Como pôde um ser humano saber essas palavras?” Diubert sorrindo respondeu: “É muito simples... eu já derrotei a sua rainha!”. O corpo da mensageira tornou-se cinzas enquanto o guerreiro a abraçava forte. Após todo o processo de cremação chegar ao fim Diubert saindo da pequena cabana pensou: “Eu não sei se amo ou se odeio essas malditas Succubus... elas sempre acabam me atacando...”.
Saiu da cidade sabendo que um dia voltaria ali, não por aquela succubus, mas porque ali ainda haviam muitos que poderiam ajudá-lo a superar aquilo. Olhou para o céu e o achou tão triste e nublado apesar de não haver nenhuma nuvem naquele dia ensolarado.
Um blog para contar histórias e escrever sobre a minha, nada interessante, vida...aproveitem
quinta-feira, 30 de julho de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
Fim de semana 1.0
Cara, esse fim de semana foi meio tenso =]
- Sexta(meu "final de semana" começou ai): Nihon seguido de restaurante seguido de casa da Jess. A primeira e a última atividades foram bem legais...a do meio foi um tédio extremo até o Rafinha chegar no restaurante e me ajudar a fechar...vi coisas que eu nunca tinha visto antes na casa da Jess foi muito bom e eu revi duas pessoas que não via fazia décadas e isso me deixou feliz.
- Sábado: restaurante seguido de casa seguido de morte. Restaurante bombou de pessoas...muito bom mas muito cansativo e estressante, mas graças a ajuda de todos eu sobrevivi com a minha cabeça inteira =D
- Domingo: restaurante seguido de casa seguido de restaurante seguido de incapacidade de dormir o que me obrigou a postar aqui enquanto baixo os últimos episódios de da primeira temporada de School Rumble. Animezinho muito bom =]
Agora que eu escrevi isso não ta me parecendo tão tenso assim meu fim de semana...engraçado isso
tenham todos uma ótima semana =]
- Sexta(meu "final de semana" começou ai): Nihon seguido de restaurante seguido de casa da Jess. A primeira e a última atividades foram bem legais...a do meio foi um tédio extremo até o Rafinha chegar no restaurante e me ajudar a fechar...vi coisas que eu nunca tinha visto antes na casa da Jess foi muito bom e eu revi duas pessoas que não via fazia décadas e isso me deixou feliz.
- Sábado: restaurante seguido de casa seguido de morte. Restaurante bombou de pessoas...muito bom mas muito cansativo e estressante, mas graças a ajuda de todos eu sobrevivi com a minha cabeça inteira =D
- Domingo: restaurante seguido de casa seguido de restaurante seguido de incapacidade de dormir o que me obrigou a postar aqui enquanto baixo os últimos episódios de da primeira temporada de School Rumble. Animezinho muito bom =]
Agora que eu escrevi isso não ta me parecendo tão tenso assim meu fim de semana...engraçado isso
tenham todos uma ótima semana =]
domingo, 12 de julho de 2009
Uma sinceridade ou só mais um coração congelado?
Sabe aqueles dias em que você não tem vontade de fazer nada, só ficar quieto tranqüilamente fazendo suas coisas, ou seja, relaxando e acaba não dando certo por não entenderem que você só quer ficar na sua?
Minha dica pra essas horas é: não beba...mesmo que você ja seja uma pessoa acostumada ao ato. Porque vai acabar passando da dose e passando mal...muito mal e beber não vai mudar em nada a sua situação...e é só! Tenham um bom dia
Minha dica pra essas horas é: não beba...mesmo que você ja seja uma pessoa acostumada ao ato. Porque vai acabar passando da dose e passando mal...muito mal e beber não vai mudar em nada a sua situação...e é só! Tenham um bom dia
terça-feira, 7 de julho de 2009
Conto nº 1 "O olhar de sua amada"
Ele apertou as mãos no volante pensando:"Estamos perto do fim...são só mais 40 km e chegamos lá...o pacote está aqui, as armas estão cheias de balas, minha amada está do meu lado...vai dar tudo certo!"
Apesar de saber de tudo isso ele ainda sim olhou para o pacote checando se realmente estava lá, verificou a sua sauer, checou quantas balas tinham...pente cheio como deveria estar já que não haviam dado um tiro nos últimos 100 kms. Achou estranho o fato de não terem dado um tiro seguer afinal de contas o contratante tinha pagado muito para eles atravessarem toda a colina...140 kms de areias perigosas e nem seguer um tiro nem ao menos os bandidos resolveram aparecer e isso o deixava inseguro.
E por último foi averiguar a sua amada e ao trocar olhares com ela, le se lembrou do dia em que se conheceram na guilda de transportadores...ela em todo o seu explendor feminino estava atrás de um motorista, não havia conseguido nenhum, talvez por ser um trabalho machista, talvez por não ter no rosto as feições de quem ja atravessou algum dos desertos. Ele acabara de dispensar o seu co-piloto por problemas envolvendo dinheiro, ja era o 5º que havia largado ele...talvez o problema estivesse com ele, precissava muito ter certeza pois caso isso fosse verdade largaria o trabalho de transportador e iria dirigir transportes públicos...nesse momento olhou para todos em volta sentindo que sentiria falta de todos caso largasse tudo isso foi quando seus olhares se encontraram pela primeira vez...ela foi até ele sem tirar os olhos de dentro dos olhos dele, ela tinha aquele velho olhar penetrante que sabe tudo o que você está pensando apenas de olhar dentro dos seus olhos, no começo ele se sentiu inseguro com aquele olhar e desviou o seu. Ao olhar para os olhos dela novamente a insegurança se tornou fascinio e seus olhos não desgrudaram dos dela momento algum até que ela chegou em sua mesa e disse:"Ei cara, ouvi dizer que você precisa de um co-piloto...bem eu sou uma, não fiz muitas travesias ainda mas aprendo rápido, posso ser sua co-pilota?". Nesse momento o mundo parou, ele sentia a gravidade sumir e seu corpo todo ficar dormente, depois de pouco tempo ele se recompôs e respondeu:"Tenha a bondade minha cara...mas saiba que eu também não fiz muitas travesias" ela apenas sorriu, o mesmo sorriso que ela dava a ele agora...o mesmo sorriso depois de 5 anos juntos ela nunca havia parado de sorrir e isso o deixava muito satisfeito e feliz.
Após tudo verificado ele sabia o que viria à frente: a velha cidade de Edwiges. Dizem que um dia algo explodiu debaixo daquela cidade matando tudo que havia por lá. os dois sabiam que não era verdade, ja haviam estado lá pessoas moravam por lá agora tentando reconstrir algo, fosse suas vidas, fosse a cidade. Isso a tornava mais perigosa.
Engatou a primeira marcha ao mesmo tempo que destravava a sua Sig Sauer P250 e saiu com seu carro em direção à cidade de Edwiges. Até mesmo os mais acostumados se sentiam um tanto estranhos quando entravam nessa cidade...era tudo ruínas e destruição, não havia ninguém por lá talvez estivesem se escondendo de suas próprias fraquesas. O casal têve a visão que mais trazia angústia e dúvidas sobre Edwiges, o centro da cidade havia uma enorme crátera o estranho é que ela vinha de dentro pra fora, ninguém nunca soube explicar aquilo os que lá foram jamais retornaram.
Foi quando ouviu-se o primeiro tiro, não se sabe de onde veio nem o que acertou, mas depois do primeiro tiro veio o tiroteio, o casal apenas via as balas acertarem o vidro de sua Hummer e agradeciam por terem gasto tanto com blindagem de vidro. Puseram-se a atirar em retorno aos seus inimigos...mas sem nenhum sucesso, sairam em disparada com o carro tentando atravesar o que sobrava da cidade. "15 kms!" pensou, enquanto apertava o acelerador com toda a sua força, tinha certeza de que isso não faria a menor diferença, mas ele se sentia um pouco melhor ao fazer aquilo. Sentiu apenas seus ouvidos falharem enquanto tudo a sua frente se tornava terrivelmente claro, sentia que não estava mais no conforto do chão. Uma pancada forte à sua esquerda, seguida de uma vinda de cima e logo após se sentiu pairando no ar por alguns miléssimos. Começou ver de forma melhor sua visão estava menos turva foi quando a terceira pancada veio por cima novamente dessa vez porém o carro havia parado e ele visualizou a sua situação: Tinha capotado o carro, provavelmente um projétil explosivo que arremesou seu carro longe.
Percebeu que sua amada estava bem e ja se preparava para sair do carro. "Tão cheia de atitude". Pensou enquanto se preparava para sair. Pegou o pacote, uma mochila simples, saiu do carro usando-o como escudo contra os tiros seguintes, colocou a mochila em suas costas, ajudou sua co-pilota a sair do carro e os dois juntos correram para dentro de um dos prédios, mãos dadas como sempre faziam nessas situações, por sorte ele era canhoto e os dois podiam fazer isso sem parar de atirar com suas pistolas.
Pouco antes de entrarem no prédio suas balas haviam acabado e ele não quisera soltar a mão para recarregar, seu primeiro grande erro, ao entrarem foram surpreendidos pelos bandidos e ele acabou por tomar um tiro certeiro no ombro que o fez girar e derrubar sua amada salvando-a dos projéteis que vinham em sua direção. Ouviu tiros, muitos tiros, mas só podia ver o chão ficando turvo à sua frente, sentia o sangue quente escorrendo pelos seus braços. Vendo que estava quase perdendo o seu fio de consciência perfurou sua ferida com um de seus dedos sentido o metal quente do projétil enterrado em seu ombro. Não sentia mais dores, sentia apenas seu coração batendo cada vez mais forte sentiu a adrenalina tomar conta de seu corpo. Sua primeira preocupação era recarregar a arma, liberou o pente vazio pegando o seu segundo para realizar o ritual de troca de pentes, sentiu o pente entrar perfeitamente em seu lugar. Ao escutar o clique instintivamente destravou a arma e deu o primeiro disparo, não tinha muita certeza do que havia acertado nem em quem, tinha certeza de que não era sua parceira pois ele atirara na direção da escada onde estava o responsável pelo primeiro tiro...o tiro que o acertara em cheio.
Disparou uma segunda vez no corpo aparentemente em queda de seu atirador, mirou mais abaixo encontrando um segundo atirador acertando em cheio por entre seus olhos.
Escutou então um barulho metálico próximo aos seus pés sabia o que era e não se importava muito o estado de sua amada era mais importante que um pente vazio. Olhou-a como um predador olha para a sua presa e ao cruzar com os olhos dela se sentiu aliviado, o mundo perdeu a sua luz, tudo veio a escurecer. Sentiu seu corpo desfalecido cair ao chão isso foi o que o manteve acordado por tempo o suficiente para ver a sua amada toma-lo em seus braços e olhando em seus olhos dizer:"Não me deixe agora minha vida. Tenho muito o que aprender sobre a vida e sobre os sentimentos com você." Essas palavras deram mais força a ele, sentiu-se mais revigorádo ao tentar levantar percebera seu segundo e último grande erro: Percebera que existia um segundo sangramento vindo de seu corpo era vindo de seu peito, havia começado a pouco tempo, sua camisa estava começando a ficar molhada de sangue tanto a parte da frente como a parte de trás. "Estou sangrando dos dois lados" pensou e sentiu algo molhado tocar sua face ao olhar para cima viu pela primeira vez sua amada chorando.
Ele sabia que ela estava falando algo para anima-lo, mante-lo vivo para seguir em frente, mas seus sentidos o trairam, ele foi incapaz de ouvi-la ou ao menos entende-la. Sua visão estava turva seu corpo não respondia aos seus impulsos de dâ-lhe um último beijo. Suas mãos fraquejaram poucos antes de alcançar os lábios de sua amada. Sua visão escureceu sem desviar daquele olhar tão lindo que tinha sua amada.
Apesar de saber de tudo isso ele ainda sim olhou para o pacote checando se realmente estava lá, verificou a sua sauer, checou quantas balas tinham...pente cheio como deveria estar já que não haviam dado um tiro nos últimos 100 kms. Achou estranho o fato de não terem dado um tiro seguer afinal de contas o contratante tinha pagado muito para eles atravessarem toda a colina...140 kms de areias perigosas e nem seguer um tiro nem ao menos os bandidos resolveram aparecer e isso o deixava inseguro.
E por último foi averiguar a sua amada e ao trocar olhares com ela, le se lembrou do dia em que se conheceram na guilda de transportadores...ela em todo o seu explendor feminino estava atrás de um motorista, não havia conseguido nenhum, talvez por ser um trabalho machista, talvez por não ter no rosto as feições de quem ja atravessou algum dos desertos. Ele acabara de dispensar o seu co-piloto por problemas envolvendo dinheiro, ja era o 5º que havia largado ele...talvez o problema estivesse com ele, precissava muito ter certeza pois caso isso fosse verdade largaria o trabalho de transportador e iria dirigir transportes públicos...nesse momento olhou para todos em volta sentindo que sentiria falta de todos caso largasse tudo isso foi quando seus olhares se encontraram pela primeira vez...ela foi até ele sem tirar os olhos de dentro dos olhos dele, ela tinha aquele velho olhar penetrante que sabe tudo o que você está pensando apenas de olhar dentro dos seus olhos, no começo ele se sentiu inseguro com aquele olhar e desviou o seu. Ao olhar para os olhos dela novamente a insegurança se tornou fascinio e seus olhos não desgrudaram dos dela momento algum até que ela chegou em sua mesa e disse:"Ei cara, ouvi dizer que você precisa de um co-piloto...bem eu sou uma, não fiz muitas travesias ainda mas aprendo rápido, posso ser sua co-pilota?". Nesse momento o mundo parou, ele sentia a gravidade sumir e seu corpo todo ficar dormente, depois de pouco tempo ele se recompôs e respondeu:"Tenha a bondade minha cara...mas saiba que eu também não fiz muitas travesias" ela apenas sorriu, o mesmo sorriso que ela dava a ele agora...o mesmo sorriso depois de 5 anos juntos ela nunca havia parado de sorrir e isso o deixava muito satisfeito e feliz.
Após tudo verificado ele sabia o que viria à frente: a velha cidade de Edwiges. Dizem que um dia algo explodiu debaixo daquela cidade matando tudo que havia por lá. os dois sabiam que não era verdade, ja haviam estado lá pessoas moravam por lá agora tentando reconstrir algo, fosse suas vidas, fosse a cidade. Isso a tornava mais perigosa.
Engatou a primeira marcha ao mesmo tempo que destravava a sua Sig Sauer P250 e saiu com seu carro em direção à cidade de Edwiges. Até mesmo os mais acostumados se sentiam um tanto estranhos quando entravam nessa cidade...era tudo ruínas e destruição, não havia ninguém por lá talvez estivesem se escondendo de suas próprias fraquesas. O casal têve a visão que mais trazia angústia e dúvidas sobre Edwiges, o centro da cidade havia uma enorme crátera o estranho é que ela vinha de dentro pra fora, ninguém nunca soube explicar aquilo os que lá foram jamais retornaram.
Foi quando ouviu-se o primeiro tiro, não se sabe de onde veio nem o que acertou, mas depois do primeiro tiro veio o tiroteio, o casal apenas via as balas acertarem o vidro de sua Hummer e agradeciam por terem gasto tanto com blindagem de vidro. Puseram-se a atirar em retorno aos seus inimigos...mas sem nenhum sucesso, sairam em disparada com o carro tentando atravesar o que sobrava da cidade. "15 kms!" pensou, enquanto apertava o acelerador com toda a sua força, tinha certeza de que isso não faria a menor diferença, mas ele se sentia um pouco melhor ao fazer aquilo. Sentiu apenas seus ouvidos falharem enquanto tudo a sua frente se tornava terrivelmente claro, sentia que não estava mais no conforto do chão. Uma pancada forte à sua esquerda, seguida de uma vinda de cima e logo após se sentiu pairando no ar por alguns miléssimos. Começou ver de forma melhor sua visão estava menos turva foi quando a terceira pancada veio por cima novamente dessa vez porém o carro havia parado e ele visualizou a sua situação: Tinha capotado o carro, provavelmente um projétil explosivo que arremesou seu carro longe.
Percebeu que sua amada estava bem e ja se preparava para sair do carro. "Tão cheia de atitude". Pensou enquanto se preparava para sair. Pegou o pacote, uma mochila simples, saiu do carro usando-o como escudo contra os tiros seguintes, colocou a mochila em suas costas, ajudou sua co-pilota a sair do carro e os dois juntos correram para dentro de um dos prédios, mãos dadas como sempre faziam nessas situações, por sorte ele era canhoto e os dois podiam fazer isso sem parar de atirar com suas pistolas.
Pouco antes de entrarem no prédio suas balas haviam acabado e ele não quisera soltar a mão para recarregar, seu primeiro grande erro, ao entrarem foram surpreendidos pelos bandidos e ele acabou por tomar um tiro certeiro no ombro que o fez girar e derrubar sua amada salvando-a dos projéteis que vinham em sua direção. Ouviu tiros, muitos tiros, mas só podia ver o chão ficando turvo à sua frente, sentia o sangue quente escorrendo pelos seus braços. Vendo que estava quase perdendo o seu fio de consciência perfurou sua ferida com um de seus dedos sentido o metal quente do projétil enterrado em seu ombro. Não sentia mais dores, sentia apenas seu coração batendo cada vez mais forte sentiu a adrenalina tomar conta de seu corpo. Sua primeira preocupação era recarregar a arma, liberou o pente vazio pegando o seu segundo para realizar o ritual de troca de pentes, sentiu o pente entrar perfeitamente em seu lugar. Ao escutar o clique instintivamente destravou a arma e deu o primeiro disparo, não tinha muita certeza do que havia acertado nem em quem, tinha certeza de que não era sua parceira pois ele atirara na direção da escada onde estava o responsável pelo primeiro tiro...o tiro que o acertara em cheio.
Disparou uma segunda vez no corpo aparentemente em queda de seu atirador, mirou mais abaixo encontrando um segundo atirador acertando em cheio por entre seus olhos.
Escutou então um barulho metálico próximo aos seus pés sabia o que era e não se importava muito o estado de sua amada era mais importante que um pente vazio. Olhou-a como um predador olha para a sua presa e ao cruzar com os olhos dela se sentiu aliviado, o mundo perdeu a sua luz, tudo veio a escurecer. Sentiu seu corpo desfalecido cair ao chão isso foi o que o manteve acordado por tempo o suficiente para ver a sua amada toma-lo em seus braços e olhando em seus olhos dizer:"Não me deixe agora minha vida. Tenho muito o que aprender sobre a vida e sobre os sentimentos com você." Essas palavras deram mais força a ele, sentiu-se mais revigorádo ao tentar levantar percebera seu segundo e último grande erro: Percebera que existia um segundo sangramento vindo de seu corpo era vindo de seu peito, havia começado a pouco tempo, sua camisa estava começando a ficar molhada de sangue tanto a parte da frente como a parte de trás. "Estou sangrando dos dois lados" pensou e sentiu algo molhado tocar sua face ao olhar para cima viu pela primeira vez sua amada chorando.
Ele sabia que ela estava falando algo para anima-lo, mante-lo vivo para seguir em frente, mas seus sentidos o trairam, ele foi incapaz de ouvi-la ou ao menos entende-la. Sua visão estava turva seu corpo não respondia aos seus impulsos de dâ-lhe um último beijo. Suas mãos fraquejaram poucos antes de alcançar os lábios de sua amada. Sua visão escureceu sem desviar daquele olhar tão lindo que tinha sua amada.
Pessoas
Muitas pessoas pensam sofrer e acham que a sua dor é maior do que a dor das outras pessoas...isso faz com que elas não vejam que à sua volta todos sofrem, todos tem problemas, todos tem crises e que todos querem uma ajuda por mais simples que seja. Se você acha que os seus problemas são grandes pare e escute os problemas e a vida da pessoa que está ao seu lado(seja sua mãe, seu irmão, seu pai, seu amigo, sua namorada) escute...mas escute sabendo que isso pode não ajudar a resolver o seu problema...mas assim você trará um alivio àqueles que estão ao seu lado e só precisam que alguém as escute....
Fica um recadinho =D
Fica um recadinho =D
Inicio do fim da normalidade sistemática
Primeira postagem é apenas informativa sempre...eu vou escrever coisas aleatórias e sem sentido sempre que eu estiver afim de fazé-lo leiam a vontade comentem a vontade valeu o/
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